PREVENÇÃO É PALAVRA-CHAVE QUANDO O ASSUNTO É SAÚDE DA MULHER

No mês em que se comemora o “Dia Internacional da Mulher”, a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) convida as mulheres a refletir sobre a importância da realização do exame ginecológico preventivo e do cuidado com a saúde. Segundo pesquisa divulgada recentemente pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, 52% das brasileiras não fazem o Papanicolau regularmente. Mesmo este sendo um exame indolor, simples, rápido e imprescindível para o diagnóstico do câncer de colo de útero.

Na publicação “Estimativa 2018 – Incidência de Câncer no Brasil”, divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), o câncer de colo de útero é o terceiro mais frequente entre as mulheres e a quarta causa de morte feminina por câncer no País. A estimativa é que em 2018 sejam diagnosticados 16.370 novos casos da doença.

O ginecologista e diretor da Sogimig, Dr. Eduardo Batista Cândido, alerta que o câncer de colo de útero é grave e que, em algumas situações, pode representar ameaça à vida: “causada pela evolução do papilomavírus humano (HPV), a doença é assintomática em sua fase inicial. Entretanto, as lesões que precedem esse tipo de câncer podem ser detectadas no exame de Papanicolau. Daí a importância das mulheres sexualmente ativas com mais de 25 anos fazerem o exame de acordo com orientação do ginecologista”.

A prevenção começa com o uso do preservativo, que ajuda a reduzir a transmissão do HPV, e com a vacinação contra o HPV. Hábitos de vida saudáveis como alimentação e realização de atividade física também são imprescindíveis para evitar o câncer. Entre os fatores de risco estão o consumo excessivo de álcool, comida processada, sexo desprotegido e ausência de vacinas.

O câncer de colo de útero não é o único que merece atenção das mulheres. Segundo a publicação do Inca, o câncer de mama é o de maior prevalência entre as mulheres. Por causa da campanha internacional “Outubro Rosa”, a importância do exame de rastreamento e do diagnóstico precoce para cura da doença são amplamente divulgados. Além disso, existem outros tipos de cânceres incidentes entre as mulheres, que não são tão difundidos, como o câncer de ovário e de endométrio, vaginal e de vulva. Para todos os casos, o exame ginecológico e o diagnóstico precoce são grandes aliados para a cura.

 SOBRE A SOGIMIG

Há 72 anos, a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) atua em Minas Gerais e possui relações com associações congêneres do País e no exterior. Filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a entidade é constituída por um presidente, 12 diretores, 15 conselheiros, 14 comitês científicos, vice-presidentes e diretores regionais e mais de 1300 associados.

Tendo como pilares a atualização científica, a defesa e valorização profissional e a interiorização, a Sogimig mantém parcerias com entidades envolvidas com a defesa profissional e a saúde da mulher. Entre os objetivos principais da associação estão a educação continuada, melhores condições de trabalho e valorização do ginecologista e obstetra mineiro. Preocupada também com a educação do público leigo, a entidade iniciará em 2018 um novo projeto: ciclo de bate-papo com as mulheres sobre diversos temas de saúde feminina.

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